segunda-feira, 27 de maio de 2013

Diário de uma bêbada, parte II.

       Olááá criançada, cá estou eu novamente - depois de errar a senha do note duas vezes - achei que seria mais rápido, mas até que demorei pra voltar. Depois de algumas tequilas (5) e uma ou outra dose de vodka de baunilha (2) chegueiiii! O horário não vem ao caso, nunca me apeguei a detalhes (mentiraaaaa!) mas que não vem ao caso, não vem mesmo. O esquema é o mesmo vou seguir a filosofia popular e só vou postar isso aqui quando estiver sóbria. 

       A grande novidade é que descobri que sou uma E.T., isso mesmo uma Extra Terrestre, se não for isso não sei explicar o que é, só sei que o fato é que, diante do que eu venho vendo ao longo dos anos, eu devo ser a única pessoa que se empolga ouvindo Djavan, quando ouço ele cantando eu grito a musica junto de uma forma que quem me vê deve achar que eu to louca, porque sim eu canto Samurai aos berros e para as outras pessoas que dançam quadradinho de 8 (ô conta mal feita) isso deve ser o cumulo. 

       Uma coisa eu posso afirmar: se o Djavan aparecesse na minha frente agora e me pedisse em casamento eu casava na hora, sem medo de ser feliz, imagina ele cantando "Pétala" pra mim toda manhã que lindo. Agora para e imagina o Luan Santana cantando "Meteoro da Paixão" as cinco da matina, vê se isso não é caso de pedir uma chuva de meteoro na cabeça desse gurizinho só pra garantir que ele nunca mais abra a boca. 

       Você descobre que esta velha quando vê um bando de gente juntando a cabeça pra tirar foto e percebe o quanto isso é ridículo só depois de já ter feito isso varias vezes durantes anos e achava que era super fofo. Se tirar foto e postar no Facebook era legal e hoje você reza pra nenhuma foto sua aparecer no Face do vizinho, na boa você descobriu o quanto é bom passar despercebido e você só descobre isso depois de ficar velho. 

       Hoje redescobrir o calor dos braços de Zezinho, até então eu só havia experimentado nas noites já bem quentes e tão naturais daqui, o friozinho do inverno manso dessa região não significa nada diante de José, enquanto as novinhas aspirantes à família Surfistinha tremiam de frio, eu sorria de orelha a orelha ao lado de José, como ele me deixa simpática, amável e boa dançarina, com ele enxergo mais longe até com os olhos quase fechados, nos seus braços eu sou só sorrisos. Não me importo se você é Gold ou Silver (não sou racista), feito de Agave Azul reposado em barris de carvalho ou feito de arroz agitado em garrafa de plástico, para mim você sempre será Especial. Te quiero mi chiquito, muy hermoso, obrigada José Cuervo. (uruuu bêbeda eu viro poliglota)

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