Era uma vez uma pequena e pacata tribo do interior de um dos maiores estados de um dos maiores países do globo, onde aconteceu a historia que vou lhes contar, que não é de conto de fadas nem de monstros (de vampiros talvez), é uma historia de verdade verdadeira daquelas passadas de geração para geração.
Havia naquela tribo um cacique democrático, que apesar de democrático não deixava de ser cacique, que nos anos impares fazia listas, dessas listas de afazeres sabe? Pois então, era isso que ele fazia, listas para não se perder nas várias obrigações que ele deveria cumprir, afinal a tribo era pequena mas muito tinha a ser feito. Tudo bem que a lista nem era assim tão grande, coube tudo em um Post-it daqueles amarelos, bem amarelos. Era mais ou menos assim:
1. Contratar, sem necessidade alguma, muitos e muitos índios até de outras tribos e fazer que eles pensem que também são caciques;
2. Pintar da cor do céu, também sem necessidade alguma, as ocas, afinal o céu é o limite;
3. Sapatear na Magna Carta, porque carta ta fora de moda, o negócio agora é e-mail;
4. Fazer de conta que os índios que fizeram prova para trabalhar não existem e caso algum dê sinal de vida informa-los que não valem muito além que um vintém;
5. Tomar um café para relaxar;
5.1 Talvez chá dê menos dor de cabeça (pensar nisso depois).
2. Pintar da cor do céu, também sem necessidade alguma, as ocas, afinal o céu é o limite;
3. Sapatear na Magna Carta, porque carta ta fora de moda, o negócio agora é e-mail;
4. Fazer de conta que os índios que fizeram prova para trabalhar não existem e caso algum dê sinal de vida informa-los que não valem muito além que um vintém;
5. Tomar um café para relaxar;
5.1 Talvez chá dê menos dor de cabeça (pensar nisso depois).
Quem me contou essa historia foi um senhor já muito idoso em seu leito de morte, e sabe o que mais me surpreendeu? Foi ele saber falar Post-it.
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